Falta de testes deixa Brasil no escuro para conter avanço da variante Ômicron 📸 © Secom/Pref. Cabedelo

O país vive uma pane no diagnóstico da Covid-19, doença causada pelo coronavírus. A falta de exames afeta hospitais privados, clínicas e redes de farmácias. Esse é mais um entrave que impõe um desafio ao Brasil: como monitorar o avanço da variante Ômicron?

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A escalada do problema colocou a comunidade médico-científica em alerta. Quando a testagem cai, a subnotificação de casos cresce. Dessa forma, o Brasil, que sempre testou muito pouco para a doença, dispõe de dados menos condizentes com a realidade para lidar com a disseminação do vírus.

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Com o agravamento do problema, planos de saúde pedem a criação de critérios para o uso dos exames. A União Nacional das Operadoras de Autogestão em Saúde (Unidas), entidade que representa mais de 100 seguradoras, defende a priorização da testagem para pacientes com sintomas graves ou hospitalizados, devido à falta de testes no país.

Redes de farmácias, como a Drogaria Raia, a Drogasil, a Drogarias Pacheco e a Drogaria São Paulo, e de hospitais, como a Rede D’Or – maior rede de hospitais particulares do Brasil –, suspenderam testagens de casos leves.

Para o leitor ter dimensão do impacto, a Drogarias Pacheco, a Drogaria São Paulo e o grupo Raia Drogasil possuem, juntas, 3,6 mil lojas pelo país. As marcas enfrentam o mesmo problema: falta de insumos junto aos distribuidores e fabricantes.

📸 © Secom/Pref. Cotia

Rádio Centro Cajazeiras via Metrópoles

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