Streaming rejeita importar regras da TV paga para novo marco 📸 © Geri Tech via Pexels

Para as plataformas de vídeo sob demanda, a futura regulação do streaming no Brasil não deve reproduzir obrigações previstas para a TV por assinatura. O posicionamento da associação que representa empresas do setor que operam no que operam no País, Strima, é de que não se deve “importar” as obrigações do Serviço de Acesso Condicionado.

A fala foi feita pelo diretor-executivo da entidade, Luizio Felipe Rocha, durante o Seminário de Políticas de Comunicações em Brasília nesta terça-feira, 24. Ele defendeu que o novo marco deve considerar as diferenças entre os modelos de negócio inclusive entre as diferentes plataformas de streaming.

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Segundo Rocha, os serviços de streaming operam com dinâmicas distintas da TV paga tradicional, tanto na oferta de catálogo quanto na relação direta com o consumidor. Ele afirmou que é preciso “respeitar os modelos de negócio” e argumentou que as plataformas já desempenham papel relevante no financiamento e na difusão do audiovisual brasileiro ao fazerem investimentos em produção.

Para Luizio Rocha, não rechaçou a hipótese de que o setor de streaming venha a ser regulado a partir de uma nova legislação, mas disse que é importante que o que vier, não seja “para travar e para assegurar que este continue sendo um mercado competitivo”. Segundo ele, “estamos justamente discutindo desregulamentar outros setores (TV paga, radiodifusão), e não faz sentido pensar em regular o nosso”. As informações são do Telaviva.

|📸 © Melissa via Pixabay