Projeto torna obrigatória a adoção de medidas para prevenir o afogamento infantil em piscinas
📸 © Magda Ehlers/Pexels

A Comissão de Fiscalização, Controle e Defesa do Consumidor aprovou o projeto que torna obrigatória a adoção de medidas para prevenir o afogamento infantil em piscinas, as localizadas em residências privadas inclusive. Instalação de barreiras físicas separando os espaços de crianças e adultos e a afixação de informações sobre o que fazer em caso de afogamento são algumas das providências a serem cobradas, se o projeto virar lei.

Além disso, haverá alertas sobre o perigo da distração com celulares ou livros na supervisão de crianças em torno da piscina. Isso porque muitas crianças podem se afogar, sem que um adulto perceba o que está acontecendo a sua volta. Relatora do projeto, a senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal, lembrou que esse tipo de acidente é evitável, caso essas medidas sejam observadas.

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Quantas crianças morrem em piscinas domésticas? Quantas? E, quando uma criança morre numa piscina doméstica, a família se afoga junto. A família nunca mais é a mesma, porque o sentimento de culpa dessa família é muito grande. E bastam seis segundos – seis segundos – para uma criança morrer numa piscina. 

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O projeto também trata de regras a serem seguidas pelo poder público, como promover campanhas de educação aquática, estimular aulas de natação para o público infantil, bem como de técnicas de segurança e sobrevivência, e estabelecer requisitos de orientação aos frequentadores de piscinas.

O projeto deve seguir para a análise da Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para votação também pelo Plenário. Da Rádio Senado, Alexandre Campos.

|📸 © Michal Jarmoluk/Pixabay

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