Cantor João Gomes larga bebidas alcoólicas após receber diagnóstico de problema de saúde 📸 © Igor Matias/GOVSE

O cantor João Gomes está vivendo uma nova fase, e ela inclui saúde em primeiro lugar! Prestes a ser pai pela segunda vez, o cantor revelou que decidiu parar de beber após receber um alerta do próprio corpo.

“Parei por conta de mim mesmo. Estava começando a ter gordura no fígado, aí falei: ?poxa, não quero mais?”, contou em entrevista ao influenciador Emersonyslley, através da sua rede social Instagram.

A mudança, segundo ele, foi pela saúde e também pela família: “A gente precisa estar bem pra cuidar de quem a gente ama.”

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O que é gordura no fígado?

Popularmente chamada de gordura no fígado, a esteatose hepática ocorre quando as células do órgão acumulam gordura em excesso. Estima-se que aproximadamente 30% da população brasileira tenha a doença. Entre as principais causas estão a obesidade, a diabetes, o colesterol alto e o consumo exagerado de álcool.

Segundo a endocrinologista Marília Bortolotto, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), não existe uma quantidade segura de álcool que não comprometa o funcionamento do fígado.

“O risco está presente mesmo em pequenas quantidades e beber mais de dois drinques por dia pode contribuir para o desenvolvimento da doença”, comentou em entrevista.

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Como prevenir a gordura no fígado?

Manter hábitos saudáveis no dia a dia é essencial para evitar o acúmulo de gordura no fígado. Além de adotar uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, outras medidas importantes são:

  • Reduzir o consumo de alimentos ricos em sódio, gorduras saturadas e açúcares;
  • Trocar refrigerantes e sucos industrializados por água, água com gás ou sucos naturais;
  • Incluir mais frutas, legumes e verduras nas refeições;
  • Evitar produtos ultraprocessados, como embutidos, salgadinhos e fast food;
  • Controlar o peso corporal e acompanhar regularmente os exames de fígado, especialmente em pessoas com fatores de risco, como diabetes, colesterol alto ou histórico familiar.

|📸 © Jefferson Peixoto/SECOM PMS