|🌵🍂💧 Seca avança na Paraíba, Ceará, RN e outros 16 estados e atinge 68% do território brasileiro

Mapa do Monitor em outubro e novembro de 2025

Seca por grau de severidade por unidade da Federação em outubro e novembro de 2025

Seca por grau de severidade por região geopolítica e no Brasil em outubro e novembro de 2025

Percentual de seca por unidade da Federação entre outubro e novembro de 2025

Percentual da área com seca por unidade da Federação em novembro de 2025

Área com seca por UF em novembro de 2025 por km²
Conforme a última atualização do Monitor de Secas, entre outubro e novembro, em termos de severidade da seca, houve um abrandamento do fenômeno em quatro estados: Acre, Amazonas, Bahia e Paraná. No sentido oposto, a seca se intensificou em novembro em outros 19 estados: Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais,Pará,Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro,Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Já em outras três unidades da Federação o fenômeno ficou estável em termos de severidade nesse período: Amapá, Distrito Federal e Santa Catarina. No Rio Grande do Sul o fenômeno voltou a ser verificado em novembro.
Mapa do Monitor em outubro e novembro de 2025
Seca por grau de severidade por unidade da Federação em outubro e novembro de 2025
Considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas pelo Monitor de Secas, o Sul teve a condição mais branda do fenômeno em novembro, enquanto o Nordeste teve a situação mais severa, com 21% da sua área com registro de seca extrema, que é a pior situação da região desde março de 2019. Entre outubro e novembro no Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste o fenômeno se intensificou nesse período. No Sul houve abrandamento da seca, enquanto a severidade do fenômeno ficou estável no Norte. Considerando a extensão da área com seca, no Centro-Oeste, Sudeste e Sul a área com seca teve um aumento. Nas regiões Nordeste e Norte a área com o fenômeno permaneceu estável.
Seca por grau de severidade por região geopolítica e no Brasil em outubro e novembro de 2025
Na comparação entre outubro e novembro, dez estados registraram o aumento da área com seca: Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará,Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe. Já no Rio Grande do Sul o fenômeno voltou a ser verificado em novembro. No sentido oposto, o Monitor identificou a diminuição da área com o fenômeno em outros cinco estados: Acre, Amazonas, Paraná, Rondônia e Santa Catarina. Em outras 11 unidades da Federação, a área com seca se manteve estável: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais,Paraíba, Pernambuco, Piauí, São Paulo e Tocantins.
Percentual de seca por unidade da Federação entre outubro e novembro de 2025
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Oito unidades da Federação registraram seca em 100% do território em novembro deste ano: Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins. Nos demais estados com registro do fenômeno, os percentuais variaram de 27% a 94%.
Percentual da área com seca por unidade da Federação em novembro de 2025
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada, o Mato Grosso lidera a área total com seca de novembro, seguido por Amazonas, Minas Gerais, Bahia e Pará. No total, entre outubro e novembro, a área com o fenômeno seguiu em cerca de 5,7 milhões de km², o equivalente a 68% do território brasileiro.Área com seca por UF em novembro de 2025 por km²
As cores do gráfico indicam as regiões CENTRO-OESTE, SUDESTE, NORDESTE, SUL e NORTE.
Situação por UF
| UF | ÁREA | SEVERIDADE DA SECA |
| Acre | Entre outubro e novembro, a área com seca no Acre diminuiu de 100% para 88%. É a menor área com o registro do fenômeno no AC desde junho deste ano, quando houve registro de seca em 64% do estado | No Acre a seca se abrandou entre outubro e novembro, já que a seca moderada passou de 52% para 12% do estado. É a melhor condição desde novembro de 2022, quando o estado entrou no Mapa do Monitor |
| Alagoas | Entre outubro e novembro, a área com seca em Alagoas teve um leve aumento, passando de 39% para 40% do estado, ainda assim o estado registrou o menor percentual de área com seca entre os estados nordestinos em novembro | O fenômeno se intensificou em Alagoas entre outubro e novembro, com o aumento da seca moderada de 6% para 31% do território. É a pior condição desde maio deste ano, quando AL registrou 23% de seca grave |
| Amapá | Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 39% para 62% no Amapá. É a maior área com seca no estado desde dezembro de 2024, quando houve seca em 82% do AP | A severidade da seca se manteve estável no Amapá entre outubro e novembro, com registro somente de seca fraca, a mais branda na escala do Monitor. Com isso, o Amapá teve a condição mais branda do fenômeno no Norte em novembro |
| Amazonas | Entre outubro e novembro, a área com seca diminuiu de 55% para 39% no Amazonas. É a menor área com o registro de seca em AM desde maio de 2023, quando houve registro de seca em 24% do estado | O fenômeno se abrandou levemente no Amazonas entre outubro e novembro, com a diminuição da área com seca moderada de 11% para 9% do estado |
| Bahia | Entre outubro e novembro, a área com seca se manteve estável em 91% da Bahia | Em novembro, houve uma leve atenuação da seca na Bahia, com a redução da seca extrema de 33% para 28% do território baiano |
| Ceará | A área com seca no Ceará se manteve na totalidade do território do estado entre outubro e novembro | A seca se intensificou no Ceará entre outubro e novembro, visto que a seca grave voltou a ser verificada em 27% do estado, o que não acontecia desde janeiro de 2024, quando houve seca grave em 2% do território cearense |
| Distrito Federal | A área com seca se manteve estável em 100% do Distrito Federal pelo 19º mês consecutivo. O território do DF registra o fenômeno desde maio de 2024, maior sequência entre todas as unidades da Federação atualmente | A severidade da seca permanece estável no DF há nove meses consecutivos, com 100% do território apresentando seca moderada entre março e novembro |
| Espírito Santo | Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 68% para 84% no Espírito Santo. É a maior área com o fenômeno no ES desde abril deste ano, quando foi registrada seca em 10% do estado. Ainda assim, o ES teve o menor percentual de seca no Sudeste em novembro | A severidade da seca se intensificou levemente no ES entre outubro e novembro, com a seca moderada passando de 23% para 24%. É a condição mais severa do fenômeno desde novembro de 2024, quando o estado registrou 32% de seca moderada. Apesar disso, o Espírito Santo teve a condição mais branda do fenômeno no Sudeste em novembro |
| Goiás | Entre outubro e novembro, a área com seca se manteve em 100% de Goiás. É a maior área com seca desde fevereiro de 2025, quando o estado também registrou o fenômeno na totalidade do seu território | O fenômeno se intensificou levemente em Goiás entre outubro e novembro, com o aumento da seca grave de 5% para 7%. É a pior condição no território goiano desde os 27% de seca grave registrados em novembro de 2024. Com isso GO teve o quadro mais severo do fenômeno de seca no Centro-Oeste |
| Maranhão | Entre agosto e novembro, a área com seca se manteve estável em 92% do Maranhão | O fenômeno se intensificou no Maranhão entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca grave de 69% para 73%. É a condição mais severa da seca no MA desde janeiro de 2018, quando houve seca extrema em 11% do estado |
| Mato Grosso | Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de forma significativa no Mato Grosso, passando de 31% para 93%. É a maior área com o fenômeno desde janeiro deste ano quando foi registrado 100% de seca no estado | A severidade da seca se intensificou em MT entre outubro e novembro, pois a seca moderada voltou a ser registrada em 8% do estado. Ainda assim, MT teve a condição mais branda do fenômeno no Centro-Oeste em novembro |
| Mato Grosso do Sul | Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 57% para 90% do Mato Grosso do Sul. Apesar disso, o estado teve o menor percentual de registro do fenômeno no Centro-Oeste em novembro | A severidade da seca se intensificou no MS entre outubro e novembro, com o aumento da seca moderada de 27% para 38%. É a condição mais severa do fenômeno no estado desde abril deste ano, quando houve seca moderada em 40% do Mato Grosso do Sul |
| Minas Gerais | Entre agosto e novembro, a área com seca se manteve estável em 100% de Minas Gerais | O fenômeno se intensificou em Minas Gerais entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca grave de 26% para 45%. É a pior condição do fenômeno em MG desde setembro de 2024, quando foram registrados 4% de seca extrema no território mineiro.Além disso, o estado teve a maior severidade do fenômeno no Sudeste em novembro |
| Pará | Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 12% para 31% no Pará. É a maior área com o registro do fenômeno desde janeiro deste ano, quando houve registro de seca em 100% do estado | A severidade da seca se intensificou no Pará entre outubro e novembro, já que a seca moderada voltou a ser identificada em 1% do estado. É a pior condição desde janeiro de 2025, quando o estado registrou 25% de seca moderada no PA |
| Paraíba | Entre maio e novembro, a área com seca se manteve estável em 87% da Paraíba | Entre outubro e novembro, a seca se intensificou na Paraíba, pois a seca extrema voltou a ser registrada em 38% do estado, severidade que não era observada desde fevereiro de 2019. É a pior condição do fenômeno no estado desde novembro de 2018 quando houve seca extrema em 43% da Paraíba |
| Paraná | Entre outubro e novembro, a área com seca diminuiu de 66% para 45% do Paraná. É a menor área com o fenômeno desde janeiro deste ano, quando foi registrada 42% de seca no estado.O estado teve o maior percentual de registro do fenômeno entre os estados do Sul em novembro | O fenômeno se abrandou levemente no Paraná entre outubro e novembro, já que a área com seca grave passou de 5% para 3%. É a melhor condição do fenômeno desde julho de 2025. Ainda assim, essa é a condição mais severa entre os estados do Sul em novembro |
| Pernambuco | Entre outubro e novembro, a área com seca se manteve no patamar de 88% de Pernambuco | O fenômeno se intensificou em Pernambuco entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca extrema de 16% para 26%. É a condição mais severa do fenômeno no território pernambucano desde março de 2019, quando foi registrado 1% de seca excepcional, a mais severa na escala do Monitor |
| Piauí | Entre abril e novembro, a área com seca se manteve estável em 100% do Piauí. É a primeira vez que o estado registra seca na totalidade de seu território por oito meses consecutivos desde o período entre março de 2017 e agosto de 2016 | A severidade da seca se intensificou no Piauí entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca grave de 48% para 54%. A seca extrema se manteve estável em 44% do estado. É a maior severidade do fenômeno no território piauiense desde novembro de 2018, quando houve 1% de seca excepcional no PI. O estado também teve a condição de seca mais severa do Nordeste em novembro |
| Rio de Janeiro | Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 66% para 100% no Rio de Janeiro. É o maior percentual de área com seca no RJ, desde março deste ano, quando o fenômeno também foi verificado em 100% do território fluminense | O fenômeno se intensificou no RJ entre outubro e novembro, com o registro de 5% de seca grave no estado. É a pior condição do estado desde maio de 2020, quando o Rio de Janeiro entrou no Mapa do Monitor de Secas |
| Rio Grande do Norte | Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou levemente de 91% para 94% do Rio Grande do Norte. É a maior área com seca desde julho deste ano quando foram registrados 97% de seca no estado | O fenômeno se intensificou de forma significativa no RN entre outubro e novembro, já que a seca extrema passou a ser registrada em 19% do estado. É a pior condição desde março de 2018 quando o território registrou 38% de seca extrema no estado |
| Rio Grande do Sul | Em novembro a seca voltou a ser registrada em 34% do Rio Grande do Sul, depois de um mês sem registro do fenômeno | Em novembro o Rio Grande do Sul apresentou apenas seca fraca, a mais branda na escala do Monitor |
| Rondônia | Entre outubro e novembro, a área com seca diminuiu de 66% para 60% em Rondônia | O fenômeno se intensificou em Rondônia entre outubro e novembro, com o aumento da seca moderada de 2% para 18% do estado. É a pior condição do fenômeno desde fevereiro deste ano, quando houve o registro de seca grave em 8% do estado |
| Roraima | Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 13% para 27%. É a maior área com o fenômeno desde janeiro deste ano, quando houve o registro de seca em 36% de Roraima. Ainda assim esse é o menor percentual de área com seca entre os estados da região Norte em novembro | Em novembro, a seca se intensificou em Roraima, pois a seca moderada voltou a ser registrada em 4% do estado. É a pior condição desde janeiro de 2025, quando houve o registro de seca moderada em 14% do estado |
| Santa Catarina | Entre outubro e novembro, a área com seca diminuiu de 55% para 29% em Santa Catarina. É a menor área com o fenômeno desde dezembro de 2024, quando foram identificados 27% de seca em SC. Com isso esse é o menor percentual de área com seca entre os estados do Sul em novembro | Entre outubro e novembro, a intensidade da seca se manteve estável em Santa Catarina, que seguiu somente com registro de seca fraca. Com isso, SC teve a condição mais branda do fenômeno no Sul em novembro |
| São Paulo | Entre agosto e novembro, a área com seca seguiu estável em 100% de São Paulo | O fenômeno se intensificou levemente em São Paulo entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca grave de 36% para 38%. É a pior condição do fenômeno em SP desde outubro de 2024, quando foram registrados 47% de seca grave no território paulista |
| Sergipe | Entre outubro e novembro, a área com seca aumentou de 35% para 45% em Sergipe. É a maior área com o fenômeno desde maio de 2025, quando a seca foi registrada em 69% do estado | Entre outubro e novembro, a seca se intensificou em Sergipe, já que a seca moderada passou a ser registrada em 14% do estado. É a pior condição desde maio deste ano, quando SE registrou 10% de seca grave. Ainda assim, o estado teve a melhor condição de seca no Nordeste em novembro |
| Tocantins | Entre agosto e novembro, a área com seca seguiu estável em 100% do Tocantins. O estado teve o maior percentual de registro do fenômeno entre os estados do Norte em novembro | O fenômeno se intensificou em Tocantins entre outubro e novembro, com o aumento da área com seca grave de 35% para 45%. É a pior condição da seca no estado desde outubro de 2024, quando foram registrados 52% de seca grave. Além disso, Tocantins teve a maior severidade da seca entre os estados do Norte em novembro |
|📸 © U. Dettmar/ABr
Rádio Centro Cajazeiras

